22, maio de 2012

Mulheres no pedal

mulher

No ciclismo as mulheres provam mais uma vez que existe pouca diferença entre elas e os homens. Cada vez mais a ala feminina adere às pedaladas e mostra que não existe sexo frágil. Elas usam a bicicleta como meio de transporte, treinam e fazem passeios nos mesmos grupos que os homens e muitas vezes não há distinções de percurso mesmo em provas de competição.

A paranaense Sirlei Dal Maso (45 anos) que vive hoje em Balneário Camboriú (SC) utiliza a bicicleta como meio de transporte desde os anos 80. “Comecei pela simplicidade e para ter independência antes de poder dirigir”, conta. Mais tarde veio também o interesse pela bicicleta como forma de lazer. “De 2000 a 2005 realizava passeios de bike para estimular clientes a pedalarem; em 2006 descobri a maravilha do cicloturismo e daí a bicicleta me impulsionou a conhecer outros lugares, a viajar longe para pedalar em grupo. Tenho hoje amigos e conhecidos em várias partes do Brasil, por causa da bicicleta”, conta. Entre os benefícios que sente ao pedalar estão disposição e bom humor.

Outra entusiasta do ciclismo é a catarinense Marisa Terezinha Pereira (55 anos), empresária que se divide entre Ilhota, onde é também Secretária de Turismo, e Balneário Camboriú. “A bicicleta oferece uma ótima opção para exercitar-se, para conhecer pessoas, para reparar lugares que você não observa ao passar de carro, para desestressar. É uma verdadeira terapia, além de servir de transporte”, afirma.
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Para Sirlei, a bicicleta também apresenta muitas vantagens como meio de transporte. “Rapidez de locomoção, chegar onde quiser apesar dos congestionamentos e praticidade para estacionar, ainda que com pouca segurança, por causa de roubos”, destaca. Uma das necessidades ainda é a ampliação das ciclovias para facilitar, dar mais segurança e incrementar o uso da bicicleta. Read more